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Bayer Levekusen é (foi) Campeão da UEFA Europa League!

Técnico Neiva começa a provar sua qualidade, enfrentando times maiores e conquista primeiro título com o Leverkusen. (Começou faz um tempo já, mas a matéria pegou trânsito).

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BayArena. Casa pro Leverkusen. Caldeirão pros adversários.

É uma ilusão pensar que FIFA é só futebol. FIFA é um jogo e como qualquer jogo tem suas peculiaridades. À medida que evolui no Craque Digital, o técnico Gustavo Neiva aparenta dominar mais e mais as peculiaridades do FIFA. Como um jogador de futebol experiente, Neiva tem descoberto os atalhos do campo.

A evolução meteórica do técnico mineiro rendeu o primeiro título europeu da história do Bayer Leverkusen. Sorteado em um grupo considerado fácil, com Sevilla, Benfica e Athletic Bilbao, o time alemão demorou a engrenar na competição, mas conseguiu garantir um lugar na fase final da competição, se classificando em segundo do grupo C, atrás do Sevilla.

O desempenho dos alemães na fase de grupos foi bastante instável. Pecando muito nas finalizações, mas sólido na defesa, o desempenho do time nos três primeiros jogos foi questionável. Dois empates em 0 a 0 com os times com os quais disputava a classificação e uma goleada (obrigação) sobre o fraco Valencia. Apesar das conversas e da boa fase no campeonato principal, o time continuou patinando. Venceu mais uma vez o Valencia e conquistou importantes 3 pontos contra o Benfica. Maaaas, acabou sendo derrotado pelo Sevilla no último jogo e perdeu a liderança do grupo.

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Sven Bender foi um dos destaques do Leverkusen.

O desempenho questionável da equipe alemã, entretanto, pareceu mudar na fase decisiva da competição. Com uma goleada histórica sobre o conterrâneo Hoffenheim, garantiu a classificação do Leverkusen à Semi-finais e deu o gás que o time estava precisando. O jogo de volta foi como esperado, calmo e bem calculado. Vitória por 1 a 0 e sem tomar sustos.

A partir daí os alemães engataram a quinta marcha. Deixaram para trás os fenomenal Tottenham e foram para a final com a confiança lá em cima. No confronto com os ingleses, o time teve desempenho mais que satisfatório. Conquistaram uma excelente vitória por 2 a 0 fora de casa e, em um jogão, garantiram a classificação na BayArena.

Depois de deixar para trás times como Benfica, Hoffenheim e Tottenham, o Leverkusen chegou como favorito para jogar a grande final, e não decepcionou. Um sólido 2 a 0, garantiu não só o título, mas um chinelinho maneiro ao técnico Neiva. “Valeu, Federação!”, bradou o técnico Brasileiro.

Muitos times contam com grandes estrelas que acabam sempre chamando a responsa, mas a formula do sucesso do Lever é outra. O time é democrático, todos jogam para o time e um sempre ajuda o outro. A prova disso é que o meio campista Moussa Sissoko, homem de confiança do técnico Neiva foi o artilheiro do time na competição, com 5 gols. Só 5. Pouco, mas muito. Todo trabalho coletivo do time mostrou que estrelas não são tudo.

Em entrevista após o jogo, que aconteceu há milênios, o técnico Neiva respondeu algumas perguntas, mas sem antes mandar um recado.

“Dahniel não é técnico do Milan.”

Como foi a construção desse elenco depois de assumir um elenco esfacelado, com peças frágeis e obsoletas?

  •  Tenho uam base de time em mente, sempre busco montar um elenco com peças rápidas nas pontas tanto titulares quanto reservas, um meio consistente com boa marcação e bom passe, além da força e rapidez. Laterais maceteiros e uma zaga com boa impulsão e marcação. A ajuda dos amigos foi importante na motangem. Fióti, te agradeço demais pelo Consigli. Teteu sempre de portas abertas também ajudou.

Nomeie três peças fundamentais para o seu time na conquista do título.

  • Sissoko, Bacca e Gaitan. – Apesar de ajudarem na conquista do títutlo, os dois últimos foram negociados na janela de meio de temporada. Pressão dos grandes? Peças melhores vieram? Deixa, essas dúvidas ficam para depois.

Tendo que conciliar a disputa da Série B, uma das divisões mais difíceis do Craque, e uma competição tão dura psicologicamente como a UEFA, como você organizou seus jogos? Poupou jogadores? Mudou o estilo de jogo?

  • Creio que se o jogador está no elenco, tem que ser utilizado enquanto estiver apto a jogar. Assim sendo, utilizei todos que pude. As vezes fiz trocas entre Rondón e Bacca, dois jogadores que gosto muito, mas em geral, mantive todos jogando sempre. (Rondón também foi negociado na última janela).

Muitos falam que o mata-mata é um tormento para os grandes e uma oportunidade para os pequenos, como você se nesse tipo de competição? Já se considera um dos grandes do Craque?

  • Me vejo superestimado, mas sempre trato o mata-mata de forma diferente, pois são campeonatos mais curtos e podem me garantir um bom aumento de reputação. Espero sempre chegar bem nessas competições e não as vejo como tormento.

Qual foi o adversário mais duro na caminhada um ao título?

  • Confesso que não senti dificuldades gigantescas, mas o Benfica foi o adversário mais difícil que enfrentei. (Benfica caiu na fase de grupos, mas vem fazendo uma ótima campanha no campeonato principal).

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